um domingo chuvoso ouvindo the smiths.
contraditoriamente, sinto-me bem com isso.
minha mente está calma, mas meu corpo está se esforçando ao máximo para realizar certas coisas - ajeitar o cabelo acabou sendo mais fácil do que apertar um botão.
a minha cabeça dói. e muito.
o barulho do carro passando sobre o asfalto molhado está quase ensurdecedor
(i am human and i need to be loved… just like everybody else does).
o dia foi agradável, mas a estranheza física está ultrapassando algumas barreiras. dança de carnaval e alguns diamantes (parede de diamante) valeram o meu dia. e a maratona conjunta de prison break, é claro.
(take me out tonight
to where there’s music and there’s people who are young and alive)
as estrelas não estavam erradas. o tempo passou, e bilhões de anos depois, tudo (finalmente) se acertou. a parede de diamante foi rompida. a verdade superou o medo, e a eternidade passou a ser apenas uma vaga lembrança de um pesadelo sem fim.
e venci mais um domingo chuvoso. a minha inquietação pode ser facilmente justificada por aquele período do mês, e, mesmo assim, eu anseio o amanhã. os detalhes realmente fazem toda a diferença: cada esforço concretizado é uma vitória, mesmo que nem todo o mundo consiga entender.
espero que não chova amanhã. espero que faça bastante sol. espero que haja luz, e risadas. esperança por dias melhores é tudo o que a gente precisa, afinal de contas.
por fim, só queria dizer que quero rabanada, quero irmã(s), e quero amigos. reconciliação - e conforto.
quero andar de bicicleta pela orla da praia. quero beijar em pontos de ônibus. quero carnaval e abraços de reencontro.
quero novas histórias… só minhas! quero o novo. e rir lembrando do que já passou, mas não ficar mais triste pelos capítulos acabados... preciso de um novo horizonte. e abrigo, carinho, sol quentinho... sorrisos.
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