Um arame.
Um alicate.
Um pouco de criatividade numa desconhecida.
Primeiro, um coração.
Depois, uma das coisas que eu mais gosto em todo o universo: estrelas.
"Pra você. Um anel que representa um caminho seguro com um pouco de loucura. Porque bem, um toque de loucura não faz mal a ninguém."
Agradecemos com manteiga. Seria isso uma analogia ao meu coração mole?
Não importa, porque certas coisas simplesmente são como devem ser.
"Aqui, tem uma coisa que você não pode deixar de fazer antes de ir... Me dá sua mochila, e vá de carona na bicicleta até lá. Se aventure." Morri de medo, mas aceitei.
Só tenho a dizer "obrigada por isso". Eu ganhei - por chegar antes do que deveria - o que está sendo uma das minhas frases favoritas neste momento de maluquice sem fronteiras.
Desculpe-me a escrita infantil, caro leitor inexistente. Estava tentando dormir, e, pela primeira vez na vida, resolvi levantar e escrever o que estava pensando. Continua uma porcaria. Acho que a minha mente é ainda mais confusa durante a noite.
Stuck on the puzzle.
Alguns infinitos são maiores do que outros.
Não quero falar muita coisa... confesso que esqueci a parte principal.
Estou feliz. Havia interpretado errado. Achava que a frase era sobre o que está por vir (e nada impede que seja, não é mesmo?), mas acho que isso remete mais à minha vida do que qualquer outra coisa no mundo.
Um caminho seguro... com um pouco de loucura.
E os argumentos caem por terra com um leve farfalhar.
Pela primeira vez na vida eu acho que estou fazendo o que muitas pessoas consideram "insano" (e não apenas loucura própria, pois é). E eu me sinto bem neste caos. Melhor do que quando estava no meu fantástico mundo particular, apesar do medo, que certamente não é pouco, e da saudade - e é melhor deixarmos isso para outro dia, já está ficando tarde.
Por enquanto, eu só queria refletir sobre isso mesmo: minhas palavras ao vento, misturadas em frases desconexas.
Ora, isso combina bem comigo. Não sei porque ainda insisto em negar.
Meu pote de estranheza está com uma dosagem diferente... Pode ser placebo, mas o efeito até que é positivo. Me faz tomar tequila e sentir vontade de pular na Baía de Guanabara, dançar funk no banheiro, rodopiar como um robô de 1984 na pista de dança...
Quero dormir. E quero ver The Middle até dizer chega. Mas preciso voltar para a realidade e encarar as nuvens de algodão doce (que às vezes vêm com sabor de café amargo e eventuais não despedidas, o que visto por um lado pode até ser bom).
Enfim... é hora de concluir, segundo as regras intrínsecas dos textos da vida - apesar de que este aqui está meio a la memento.
Mais uma vez, tenho de dizer adeus. Estou ficando boa nisso.
Meus sonhos me esperam, e amanhã será um longo dia. Acho que vou acabar sonhando com feijão, do jeito que eu sou meio blém-blém pelas frésias.
A verdade é que eu amo feijão quase tanto quanto eu amo estrelas, o universo, e tudo o mais.
obrigada pelos peixes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário